quinta-feira, 7 de maio de 2015

Longspine Squirrelfish


Longspine Squirrelfish
Holocentrus rufus
-
Holocentridae
Oeste do Atlântico tropical, Brasil

São noturnos, escondendo-se durante o dia e só saindo à noite, de seus esconderijos nos corais. Como carnívoros e predadores, saem caçando peixes,vermes, conchas,etc.
Possuem olhos grandes e corpo atarracado. São em geral vermelhos ou amarronzados e brilhantes. Muito resistentes, são bons para aquários, desde que não colocados juntos com peixes pequenos, pois os devorariam.

Possui diversas faixas vermelhas amarronzadas no sentido do comprimento do corpo, cuja cor é prateada. Nadadeira caudal bem forquilhada. Nadadeira dorsal bem comprida.

É encontrado em cavernas e tocas, em águas rasas ou profundas, já que não tem preferência por profundidade.
Um fato interessante, sobre esse peixe, é que nunca ficam com a barriga voltada para cima ou para o lado, ou seja, estão sempre com a barriga voltada para o substrato mas próximo, o que faz com que em cavernas, seja encontrado muitas vezes, nadando de “costas” ou seja com a barriga virada para o teto.
Tem uma boca muito grande, e com o interior branco, que usa para assustar seus adversários.
No aquário adapta-se muito bem, só exigindo que o mesmo tenha tocas para ele se esconder, principalmente na hora de dormir. É solitário, resistente e não dá problemas.
8 a 9
1.023 a 1.025
24 a 26 ºC

Os peixes dessa família aceitam quase que imediatamente alimentação de origem animal, sobretudo se for constituída de pequenos crustáceos e vermes. Depois de breve período de adaptação aceitam facilmente pedaços de camarão, fígado, peixe, coração, moluscos, etc.
Para aqueles que apresentam certa relutância para aceitar o alimento deve-se oferecer pequenos peixes de água doce como; Lebistes, Molinésia ou Espadas. Depois do período de adaptação estes também aceitarão alimento fresco.

Bom para aquários, desde que sejam aquários grandes e com esconderijos.

Yellow Tailed Angelfish


Yellow Tailed Angelfish
Holocanthus xanthurus
-
Pomacanthidae
Índico tropical

Alem de ser uma família grande, ainda apresenta, talvez, os mais lindos peixes do mundo, não só por suas belas e brilhantes cores e as mais varias das formas, mas também por serem graciosos em seus movimentos. Alguns espécies são maiores e apresentam longas nadadeiras, outras são pequenas como os “Donzelas”. Os jovens, são de coloração diferente dos adultos, e para aumentar a confusão, há hibridações entre diferentes espécies. Os anjos, tem como arma, um espinho ou espículo nos opérculos. Não podem ficar juntos com outros da mesma espécie, pois brigariam ate a morte. São em geral maiores que os Borboletas (Chaetodontidae) exceto, os do gênero Centropyge. Foram separados da família Chaetodontidae, porque possuem os ferrões ou espículos que os Borboletas não tem. Possuem boca e dentes pequenos, alimentam-se bem ate com certa voracidade.

É muito bonito, com a sua cor base amarela. Possui uma faixa preta e larga desde a nuca, passando pelos olhos, garganta e por baixo da cabeça, ate entre as nadadeiras peitorais, daí alargando-se e contornando a região posterior ate a nadadeira anal. Seu nome vem da cauda amarela brilhante, com o preto da sua faixa posterior. Sua cara é amarela, exceto no lugar da faixa vertical já descrita.

São muito territoriais, brigando pelo seu terreno ate a morte. Dificilmente aceitam outro da mesma espécie no aquário a não ser que a diferença de tamanho seja grande. Adaptam-se bem ao cativeiro, desde que lhe sejam fornecidas as condições para tal, principalmente de alimentação.
8 a 9
1.023 a 1.025
24 a 27 ºC

Na natureza, alimentam-se de corais (pólipos), esponjas, anêmonas, algas, crustáceos e vermes. No aquário, comem minhocas, artêmias, tenébrios, algas ou outro verde como alface, confrei, etc.

Adapta-se bem ao aquário, apesar de ser exigente com alimentação.

Candil


Candil
Holocentrus ascensionis
Jaquareçá, João cachaça, Longfaw Squirrelfish
Holocentridae
De New York, Bermudas ate o Brasil e Mar do Caribe

São noturnos, escondendo-se durante o dia e só saindo à noite, de seus esconderijos nos corais. Como carnívoros e predadores, saem caçando peixes,vermes, conchas,etc.
Possuem olhos grandes e corpo atarracado. São em geral vermelhos ou amarronzados e brilhantes. Muito resistentes, são bons para aquários, desde que não colocados juntos com peixes pequenos, pois os devorariam.

Seus olhos são grandes, é vermelho prateado com faixas amarelas dos lados. Nadadeiras amarelas e vermelhas.

É encontrado em cavernas e tocas, em águas rasas ou profundas, já que não tem preferência por profundidade.
Um fato interessante, sobre esse peixe, é que nunca ficam com a barriga voltada para cima ou para o lado, ou seja, estão sempre com a barriga voltada para o substrato mas próximo, o que faz com que em cavernas, seja encontrado muitas vezes, nadando de “costas” ou seja com a barriga virada para o teto.
Tem uma boca muito grande, e com o interior branco, que usa para assustar seus adversários.
No aquário adapta-se muito bem, só exigindo que o mesmo tenha tocas para ele se esconder, principalmente na hora de dormir. É solitário, resistente e não dá problemas.
8 a 9
1.023 a 1.025
24 a 28 ºC

Os peixes dessa família aceitam quase que imediatamente alimentação de origem animal, sobretudo se for constituída de pequenos crustáceos e vermes. Depois de breve período de adaptação aceitam facilmente pedaços de camarão, fígado, peixe, coração, moluscos, etc.
Para aqueles que apresentam certa relutância para aceitar o alimento deve-se oferecer pequenos peixes de água doce como; Lebistes, Molinésia ou Espadas. Depois do período de adaptação estes também aceitarão alimento fresco.

Muito voraz, pouco indicado para aquários.

Anjo Azul


Anjo Azul
Holacanthus bermudensis
Bermudense, Anjo Comum, Anjo Azul, Common Angelfish
Pomacanthidae
Brasil à Flórida

Alem de ser uma família grande, ainda apresenta, talvez, os mais lindos peixes do mundo, não só por suas belas e brilhantes cores e as mais varias das formas, mas também por serem graciosos em seus movimentos. Alguns espécies são maiores e apresentam longas nadadeiras, outras são pequenas como os “Donzelas”. Os jovens, são de coloração diferente dos adultos, e para aumentar a confusão, há hibridações entre diferentes espécies. Os anjos, tem como arma, um espinho ou espículo nos opérculos. Não podem ficar juntos com outros da mesma espécie, pois brigariam ate a morte. São em geral maiores que os Borboletas (Chaetodontidae) exceto, os do gênero Centropyge. Foram separados da família Chaetodontidae, porque possuem os ferrões ou espículos que os Borboletas não tem. Possuem boca e dentes pequenos, alimentam-se bem ate com certa voracidade.

Sua cor base é o amarelo, nadadeiras dorsal e anal amarelas e uma “coroa” incompleta e escura na nuca. Faixa azul escuro, vertical, passando pelos olhos, debruada de azul mais claro.

São muito territoriais, brigando pelo seu terreno ate a morte. Dificilmente aceitam outro da mesma espécie no aquário a não ser que a diferença de tamanho seja grande. Adaptam-se bem ao cativeiro, desde que lhe sejam fornecidas as condições para tal, principalmente de alimentação.
8 a 9
1.023 a 1.025
24 a 28 ºC

Na natureza, alimentam-se de corais (pólipos), esponjas, anêmonas, algas, crustáceos e vermes. No aquário, comem minhocas, artêmias, tenébrios, algas ou outro verde como alface, confrei, etc.

Esse peixe é muito confundido com o H. Ciliaris, principalmente quando jovem, já que adultos são bastante distintos.

Ciliaris


Ciliaris
Holacanthus ciliaris
Queen Angelfish
Pomacanthidae
Brasil à Flórida, Golfo do México e Bahamas

Alem de ser uma família grande, ainda apresenta, talvez, os mais lindos peixes do mundo, não só por suas belas e brilhantes cores e as mais varias das formas, mas também por serem graciosos em seus movimentos. Alguns espécies são maiores e apresentam longas nadadeiras, outras são pequenas como os “Donzelas”. Os jovens, são de coloração diferente dos adultos, e para aumentar a confusão, há hibridações entre diferentes espécies. Os anjos, tem como arma, um espinho ou espículo nos opérculos. Não podem ficar juntos com outros da mesma espécie, pois brigariam ate a morte. São em geral maiores que os Borboletas (Chaetodontidae) exceto, os do gênero Centropyge. Foram separados da família Chaetodontidae, porque possuem os ferrões ou espículos que os Borboletas não tem. Possuem boca e dentes pequenos, alimentam-se bem ate com certa voracidade.

Possui uma “coroa” na testa que se destaca por ser azul, enquanto o peixe é amarelo. Cauda amarelo brilhante. Nadadeiras dorsal e anal compridas, são debruadas de azul, ultrapassando a cauda. Produz híbridos com o H. Bermudensis, saindo o produto, com características de ambos, o que pode realmente, levar a confusões.

São muito territoriais, brigando pelo seu terreno ate a morte. Dificilmente aceitam outro da mesma espécie no aquário a não ser que a diferença de tamanho seja grande. Adaptam-se bem ao cativeiro, desde que lhe sejam fornecidas as condições para tal, principalmente de alimentação.
8 a 9
1.023 a 1.025
24 a 28 ºC

Na natureza, alimentam-se de corais (pólipos), esponjas, anêmonas, algas, crustáceos e vermes. No aquário, comem minhocas, artêmias, tenébrios, algas ou outro verde como alface, confrei, etc.

É resistente e meio agressivo, principalmente com os da sua espécie / família. Apresenta certa dificuldade em se alimentar de início.

Tricolor


Tricolor
Holacanthus tricolor
Soldado, Vigário, Rock Beauty
Pomacanthidae
Brasil à Flórida

Além de ser uma família grande, ainda apresenta, talvez, os mais lindos peixes do mundo, não só por suas belas e brilhantes cores e as mais varias das formas, mas também por serem graciosos em seus movimentos. Alguns espécies são maiores e apresentam longas nadadeiras, outras são pequenas como os “Donzelas”. Os jovens, são de coloração diferente dos adultos, e para aumentar a confusão, há hibridações entre diferentes espécies. Os anjos, tem como arma, um espinho ou espículo nos opérculos. Não podem ficar juntos com outros da mesma espécie, pois brigariam ate a morte. São em geral maiores que os Borboletas (Chaetodontidae) exceto, os do gênero Centropyge. Foram separados da família Chaetodontidae, porque possuem os ferrões ou espículos que os Borboletas não tem. Possuem boca e dentes pequenos, alimentam-se bem ate com certa voracidade.

É amarelo, tendo duas riscas azuis contornando as partes superior e inferior dos olhos e uma grande mancha escura ou preta, que vai da parte media à traseira do seu corpo. Os jovens são laranja amarelados brilhante, com uma pinta preta debruada de cada lado do corpo. A nadadeira anal, as vezes, apresenta uma faixa horizontal vermelha.

São muito territoriais, brigando pelo seu terreno ate a morte. Dificilmente aceitam outro da mesma espécie no aquário a não ser que a diferença de tamanho seja grande. Adaptam-se bem ao cativeiro, desde que lhe sejam fornecidas as condições para tal, principalmente de alimentação.
8 a 9
1.023 a 1.025
24 a 27 ºC

Na natureza, alimentam-se de corais (pólipos), esponjas, anêmonas, algas, crustáceos e vermes. No aquário, comem minhocas, artêmias, tenébrios, algas ou outro verde como alface, confrei, etc.

Adaptação um pouco difícil, devido em parte a alimentação, mas quando adaptado, vive muito bem em cativeiro.

terça-feira, 28 de abril de 2015

Pennant Butterflyfish


Pennant Butterflyfish
Heniochus acuminatus
Chaetodon heniochus acuminatus
Chaetodontidae
Mar Vermelho ate o Havaí

São peixes fortes, nos flancos, achatados e bastante altos, aparentando o formato de um disco. Caracterizam-se por ocelos escuros perto da nadadeira caudal e uma linha vertical escura perto dos olhos (em quase todas as espécies). Normalmente apresentas boca pequena, uns tem focinho comprido, outros nadadeiras com raios compridos ou longos filamentos.
Todos os exemplares dessa família, possuem espinhos bem desenvolvidos na barbatana dorsal. Possuem uma coloração brilhante, formando muitas vezes, desenhos impressionantes por sua beleza.
Adaptam-se bem no aquário, mas necessitam de abrigos para se esconderem à noite.
NOTA: A família Chaetodontidae é muito numerosa, e a atual classificação zoológica admite a subdivisão em duas subfamílias; Chaetodontidae e Pomacanthidae, compreendendo os Peixes Borboletas e os Peixes Anjos, sendo eles considerados já por alguns especialistas não mais como subfamílias e sim famílias distintas.

A quarta espinha dorsal alongada é uma característica desse peixe. Embora não seja tão desenvolvido como em outras espécies, aparecem dois “chifres” sobre os olhos dos indivíduos maiores (mais velhos).
Distingue-se por sua nadadeira dorsal alta e arqueada para traz.Corpo prateado com duas faixas verticais e uma outra que vai do alto da cabeça ate acima dos olhos, mas não os ultrapassa. Nadadeiras dorsal mole e caudas são amarelas.

Destacam-se pela imponência dos movimentos, e normalmente dominam sobre os demais ocupantes do aquário. Inicialmente recomenda-se manter uma única espécie no aquário, ou se mais de um, que sejam de tamanhas bem diferentes. Torna-se bastante dócil para com o dono; vindo inclusive se alimentar na mão do mesmo.
8 a 9
1.023 a 1.025
24 a 26 ºC

 Na natureza, sua principal fonte de alimentação vem de organismos animais de dimensões bem reduzidas e de algas que vivem entre os corais e madreporários. Não raramente observamos estes peixes alimentando-se de pequenas poliquetas, crustáceos, pólipos de corais, pequena anêmonas , sendo que alguns se alimentam exclusivamente de pólipos de coral.
Genericamente todas as espécies dessa família, apresentam certas dificuldades para serem mantidas em cativeiro, devido à alimentação.
A melhor coisa que se tem a fazer é procurar cria-los em aquários em que as algas sejam abundantes, com muitos esconderijos, numa comunidade de peixes tranqüilos e não muito vorazes. Pode-se também suplementar sua alimentação, com brotos de plantas de água doce (bem tenras).
Não se aconselha coloca-los com invertebrados, já que na natureza, se alimentam dos mesmos.
Superado o período de aclimatação, aceitam e assimilam bem o alimento oferecido, desde que as condições do aquário sejam favoráveis. Algumas espécies dessa família, são bastante difíceis para aclimatação, como é o caso do C. Striatus, muito comum no litoral brasileiro, mas que pouco, ou não come em cativeiro, vindo a morrer de inanição. Nesse caso especifico, pode-se tentar alimentá-lo com artêmias e/ou dáfnias vivas, indo introduzindo alimentos secos, ou congelados aos poucos.

Muito resistente, alimenta-se inclusive com alimentos secos.