O Peixe Paraíso (Macropodus Opercularis) tem características básicas de respiração dos Bettas, possuem labirintos , porém machos convivem perfeitamente no mesmo ambiente, vivem em temperaturas de 21 a 28 graus sem qualquer problema. O paraíso é de fácil criação, originário da Ásia vivem em pequenos espaços mas preferem os maiores como em um aquário de 50 litros. O paraíso pode agredir alguma espécie que seja menor e mais frágil do que ele, mas dificilmente acontece. Se alimentam de tudo mas preferivelmente é aconselhado rações para evitar detritos na água. Podem chegar a 12 cm de comprimento.
Na reprodução o macho corre atras da fêmea....o tempo todo, aconselha-se uma boa plantação, pois se a fêmea não quiser o macho ou se não estiver preparada , o macho pode mata-la. A distinção dos sexos nota-se através das caudas e coloração mais acentuadas do macho em relação a fêmea.A reprodução é praticamente igual ao do Betta, com ninho e abraços nupciais, porem a fêmea desova seus óvulos quase que na superfície, ficando mais fácil para o macho recolher para o ninho A temperatura ideal para a reprodução é de 24 graus. | Temperatura | Reprodução | Origem | Ph | Dh | Iluminação | Alimentação |
| 21 a 28 G | Ovipara | Asia | 7.0 | 5 | Média, 8 hs Dia | Superficie,Centro |
A Colisa Lalia a contrário de alguns anabantideos é muito pacifica e chega até ser tímida. Possui o labirinto como no caso do Betta, pode fazer troca de gases na superfície. Não muito exigente, o tamanho do aquário não precisa ser maior de 50 litros. O aquário deve ser tampado, pois ele pode querer respirar na superfície e o ar deve estar úmido e com a mesma temperatura do aquário. A sua alimentação poderá ser flocos ou granulada , ela geralmente se alimenta na superficie. Quanto a sua reprodução
devemos separar o casal em um aquário de no máximo 15cm de altura, o macho fará um ninho de bolhas e quando a fêmea desovar o macho recolherá ovo a ovo para levar no ninho, a eclosão vai ocorrer após 3 dias, neste ponto é interessante retirar a fêmea, e logo após a eclosão, retirar o macho. A alimentação deverá ser de nauplius de artemia. O aquário deverá conter apenas equipamentos obrigatórios, aquecedor, termostato e um filtro de espuma deverá ser adicionado após a retirada dos pais, antes disso devemos oxigenar a água com uma pedra porosa com pouca potência. Nenhum cascalho de fundo deve ser adicionado....mais detalhes sobre a reprodução você pode consultar no menu BETTAS , pois o aquário de reprodução é igual a da Colisa. Os machos diferem das fêmeas pelas nadadeiras dorsais, são pontiagudas ao contrario das fêmeas, que são arredondadas. | Temperatura | Reprodução | Origem | Ph | Dh | Iluminação | Alimentação |
| 25 a 27 G | Ovipara |
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Os platis são peixes pacíficos e não necessitam de muitas exigências, muito reprodutivos e belos.Aquaristas e cientistas garantem que são milhares as variações de cores dos Platis, Estes peixes tem uma facilidade em adquirir Tuberculose e Ictio, não gostam de variações de temperatura. A cor mais encontrada é vermelho sangue , com
manchas pretas. São parecidos com as Molinesias em seu formato. Quanto a sua alimentação, gostam mais de rações em flocos, além da alimentação viva como as Artemias. Podem chagar a medir 6 centímetros em aquários. Quanto a sua reprodução devemos acrescentar que é muito parecida com as Molinésias, devemos apenas deixar um macho para cada 3 fêmeas. Podem dar cria a mais de 35 filhotes a cada 40 dias e o aquário deve estar com plantas em abundância pois os Platys podem se alimentar de sua cria. Artemias vivas (nauplius) é a alimentação indicada para os filhotes nos primeiros dias, logo depois , devem ser alimentados com ração especial para alevinos. Esta espécie sofre vários estudos científicos no que se refere a sua genética, talvez o motivo de tantas variações de cores. Indicado para aquaristas menos experientes, o Plati é facilmente domesticável, pois facilmente se alimenta na mão do aquarista. | Temperatura | Reprodução | Origem | Ph | Dh | Iluminação | Alimentação |
| 23 a 28 G | Viviparo | Mexico | 7.0 a 7.2 | 4 a 6 | Média 10 hs Dia | Superficie |
Peixe muito bonito, pacifico, porem é demasiadamente tímido quando vive em espaços reduzidos, chega a perder a vontade de se alimentar, e fica muito tempo parado em um lugar sem se movimentar. Não gosta de conviver com peixes muito agitados .
Pode até se tornar agressivo quando as exigências de espaços não forem o suficiente para eles. O Tricogáster (Tricogaster Sp.) possui o labirindo, gosta de aquários bem plantados para que possa se refugiar nas horas que está meio "mau humorado" , mas não devemos inserir plantas que vivem na superfície, pois ele também respira na superficie .Mantenha 3 fêmeas para cada macho para evitar brigas .Devemos alimenta-los com artemias vivas, ração em flocos e Spirulina ( ração a base de vegetais).. Os machos diferem das fêmeas pelas nadadeiras dorsais e ventrais que são pontiagudas. A foto acima é de um Tricogáster Léri Blue.ReproduçãoBem para que possamos reproduzir o Tricogaster devemos isolar um casal em um aquário de reprodução (um aquário com equipamentos obrigatórios e bem plantado) e avaliar depois de um certo tempo se o casal está acasalando. Para que isso aconteça devemos deixa-lo sempre em condições apropriadas. A temperatura ideal para tentar se reproduzir o Tricogaster é de 28 graus, eles devem estar muito bem condicionados e adaptados para que o acasalamento ocorra. Quando observarmos determinadas "brigas "entre o casal pode ser um alerta de um acasalamento que será descoberto dias depois quando o macho construir um ninho.Assim como o Betta o macho vais construi-lo de maneira rápida , porem sempre com a ajuda do aquarista que deve providenciar plantas que possam ficar na superfície. Neste ponto não podemos deixar uma movimentação muito grande na superficie da água pois poderemos destruir o ninho que o Tricogaster usara para recolher a desova. Se tudo der certo entre o casal a fêmea deve desovar de 2 a 3 dias depois, porem em plantas que devem ser inseridas anteriormente pelo aquarista .. Após a desova , como é de costume na maioria dos Anabantideos, o macho os recolherá para o ninho onde ficarão ate a eclosão. Os ovos já estarão fecundados. A eclosão ocorre após três dias e a natação livre depois de mais 3 dias. O aquarista deve alimenta-los com Nauplius de Artemias durante os primeiros 15 dias , após, com ração para filhotes. | Temperatura | Reprodução | Origem | Ph | Dh | Iluminação | Alimentação |
| 246 a 29 G | Ovipara | Tailandia |
A Poecilia Sphenops, peixe interessante , muito popular os especialistas dizem que não são realmente de água doce e sim salobra, quando li a respeito a anos atras me surpreendi, pois achava que realmente seriam de água doce, mas fazendo alguns testes observamos que as Molinésias ficaram menos suscetíveis a doenças, mas não significa que não podem viver em água doce, porem observar
as condições da água e temperatura. Seu comportamento é pacifico e muito fácil de ser reproduzido, as molinésias gostam de se alimentar de algas e alimentos vegetais, mas aceitam rações de todos os tipos e principalmente alimenta-los com rações a base de vegetais, pois necessitam para seu bem estar. A espécie mais comum é a negra, encontrado facilmente em lojas do ramo. O aquário deve ser de no mínimo 50 litros para que vivam bem, pode ser criado em aquários comunitários. Quanto a sua reprodução é fácil, o macho procura a fêmea a todo o momento, então deve-se adquirir 3 fêmeas para cada macho. Após o acasalamento, a fêmea começara a ficar barriguda e após 40 dias no máximo ela "dará a luz", de 50 a 80 filhotes que já estarão aptos a nadar e a se alimentar horas depois do parto da fêmea. Devemos oferecer aos filhotes nauplius de artemias que podem ser inseridos no aquário. Os filhotes também se alimentam de rações para alevinos. O aquário deve ser bem plantado de forma que os filhotes possam se refugiar e se esconder nos primeiros dias dos próprios pais, já que podem tentar atacar sua cria. Na terceira a quarta semana já se pode distinguir os machos das fêmeas pela coloração em seu corpo e cauda. | Temperatura | Reprodução | Origem | Ph | Dh | Iluminação | Alimentação |
| 26 a 28 G | Vivíparo | América do Sul |
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Sua cauda longa e pontiaguda, sua coloração geralmente vermelha faz que este peixe seja muito conhecido. O Xiphophorus Helleri tem sua coloração verde pois ainda na fase selvagem. Peixe geralmente pacifico, mas dependendo do seu habitat pode se tornar meio agressivo. O espada é suscetível a doenças de pele como o oodium e alguns parasitas sendo o mais comum o Ictio. Esse peixe pode viver com platys até o ponto de se acasalarem, e reproduzirem. Apesar de viver em temperaturas mais
baixas(20 graus), NUNCA deve permanecer em temperaturas abaixo de 25 graus, pois pode ficar facilmente doente e se alimentar pouco. Sempre devemos usar uma regra básica; para cada macho três fêmeas, pois eles adoram correr atras delas para "Namorar" e acabam estressando-as. Sua alimentação não é muito exigente, podemos alimenta-lo com ração na fase adulta, mas sempre procure as melhores. Sendo um Poecilideo, sua reprodução é parecida com os Guppys e Molinésias, porem devemos separar os pais assim que a fêmea der "a luz" pois certamente vão se alimentar dos filhotes. O Macho difere da fêmea pela sua cauda longa e pontiaguda. | Temperatura | Reprodução | Origem | Ph | Dh | Iluminação | Alimentação |
| 22 a 27 G | Viviparo | America Central | 7.0 | 8 | Média 8 hs Dia | Superficie-Centro |
Muito teríamos para falar do Guppy (Poecilia reticulata) , as linhagens, campeonatos, grupos, etc... Porém faremos um pequeno comentário a respeito, pois deixaremos uma edição especial para ele, e mesmo assim não conseguiríamos dizer tudo., teríamos
que adquir um novo Site. O Guppy é extremamente pacifico, são de nado lento, com corpo pequeno e uma cauda linda, muito encontrado na Bacia Amazônica, não muito exigente quanto a alimentação, porém deve ser de boa qualidade. Os Guppys devem ser criados sozinhos em aquários, não recomendado em aquários comunitários, essa é nossa opinião. É um peixe muito vulnerável a ser atacado rotineiramente por outros peixes, mesmo que pequenos ou de menor porte, pela lentidão de seus movimentos e da cauda grande . A variação de temperatura não deve existir, portanto adquira termostatos de boa qualidade. Sua reprodução é fácil, o macho procura a fêmea a todo o momento, então deve-se adquirir 3
fêmeas para cada macho. Após o acasalamento, a fêmea começara a ficar barriguda e após 40 dias no máximo ela "dará a luz", de 50 a 80 filhotes que já estarão aptos a nadar e a se alimentar horas depois do parto da fêmea. Devemos oferecer aos filhotes nauplius de artemias que podem ser inseridos no aquário. Os filhotes também se alimentam de rações para alevinos. O aquário deve ser bem plantado de forma que os filhotes possam se refugiar e se esconder nos primeiros dias dos próprios pais, já que podem tentar atacar sua cria. Na terceira a quarta semana já se pode distinguir os machos das fêmeas pela coloração em seu corpo e cauda. | Temperatura | Reprodução | Origem | Ph | Dh | Iluminação | Alimentação |
| 26 a 28 G | Vivíparo | América do Sul | 6.8 a 7.2 | 8 | Média 10 hs Dia | Superfície, Centro |