domingo, 17 de novembro de 2013

Peixe Paraíso

O Peixe Paraíso (Macropodus Opercularis) tem características básicas de respiração dos Bettas, possuem labirintos , porém machos convivem perfeitamente no mesmo ambiente, vivem em temperaturas de 21 a 28 graus sem qualquer problema. O paraíso é de fácil criação, originário da Ásia vivem em pequenos espaços mas preferem os maiores como em um aquário de 50 litros. O paraíso pode agredir alguma espécie que seja menor e mais frágil do que ele, mas dificilmente acontece. Se alimentam de tudo mas preferivelmente é aconselhado rações para evitar detritos na água. Podem chegar a 12 cm de comprimento. 
Na reprodução o macho corre atras da fêmea....o tempo todo, aconselha-se uma boa plantação, pois se a fêmea não quiser o macho ou se não estiver preparada , o macho pode mata-la. A distinção dos sexos nota-se através das caudas e coloração mais acentuadas do macho em relação a fêmea.
A reprodução é praticamente igual ao do Betta, com ninho e abraços nupciais, porem a fêmea desova seus óvulos quase que na superfície, ficando mais fácil para o macho recolher para o ninho A temperatura ideal para a reprodução é de 24 graus. 
 
 
Temperatura Reprodução Origem Ph Dh Iluminação Alimentação
21 a 28 G Ovipara Asia  7.0  5  Média, 8 hs Dia Superficie,Centro

 

Colisa Lalia

A Colisa Lalia a contrário de alguns anabantideos é muito pacifica e  chega até ser tímida. Possui o labirinto como no caso do Betta,  pode fazer troca de gases na superfície. Não muito exigente, o tamanho do aquário não precisa ser maior de 50 litros.  O aquário deve ser tampado, pois ele pode querer respirar na superfície e o ar deve estar úmido e com a mesma temperatura do aquário. A sua alimentação poderá ser flocos ou granulada , ela geralmente se alimenta na superficie. Quanto a sua reproduçãodevemos separar o casal em um aquário de no máximo  15cm  de altura, o macho fará um ninho de bolhas e quando a fêmea desovar o macho recolherá ovo a ovo para levar no ninho, a eclosão vai ocorrer após 3 dias, neste ponto é interessante retirar  a fêmea, e logo após a eclosão,  retirar o macho.   A alimentação deverá ser de nauplius de artemia.  O aquário deverá conter apenas equipamentos obrigatórios, aquecedor, termostato e um filtro de espuma deverá ser adicionado após a retirada dos pais, antes disso devemos oxigenar a água com uma pedra porosa com pouca potência.  Nenhum cascalho de fundo deve ser adicionado....mais detalhes sobre a reprodução você pode consultar no menu BETTAS , pois o aquário de reprodução é igual a da Colisa.  Os machos diferem das fêmeas pelas nadadeiras dorsais, são pontiagudas ao contrario das fêmeas, que são arredondadas.
 
Temperatura Reprodução Origem Ph Dh Iluminação Alimentação
25 a 27 G Ovipara

platis

Os platis  são peixes pacíficos e não necessitam  de muitas exigências, muito reprodutivos e belos.
Aquaristas e cientistas garantem  que  são milhares as variações de cores dos Platis,  Estes peixes tem uma facilidade em adquirir Tuberculose e Ictio, não gostam de variações de temperatura.  A cor mais encontrada é  vermelho sangue , com manchas pretas.  São parecidos com as Molinesias em seu formato. Quanto a sua alimentação,  gostam mais de rações em flocos,  além da alimentação viva como as Artemias. Podem chagar a medir 6 centímetros em aquários. Quanto a sua reprodução devemos acrescentar que é muito parecida com as Molinésias, devemos apenas deixar um macho para cada 3 fêmeas. Podem dar cria a mais de 35 filhotes a cada 40 dias e o aquário deve estar com plantas em abundância pois os Platys podem se alimentar de sua cria. Artemias vivas (nauplius)  é a alimentação indicada para os filhotes nos primeiros dias,  logo depois , devem ser  alimentados com ração especial para alevinos. Esta espécie sofre vários estudos científicos no que se refere a sua genética, talvez o motivo de tantas  variações de cores.  Indicado para aquaristas menos experientes, o Plati é facilmente domesticável, pois facilmente se alimenta na mão do aquarista.
 
Temperatura Reprodução Origem Ph Dh Iluminação Alimentação
23 a 28 G Viviparo Mexico 7.0 a 7.2 4 a 6 Média 10 hs Dia Superficie

Tricogaster

Peixe muito bonito, pacifico, porem é demasiadamente tímido quando vive em espaços reduzidos, chega a perder a vontade de  se alimentar,  e fica muito tempo parado em um lugar sem se movimentar. Não gosta de conviver com peixes muito agitados . Pode até se tornar agressivo  quando as exigências de  espaços não forem  o suficiente para eles.  O Tricogáster (Tricogaster Sp.) possui o labirindo, gosta de aquários bem plantados para que possa se refugiar nas horas que está meio "mau humorado" , mas não devemos inserir plantas que vivem na superfície, pois ele também respira na superficie .Mantenha 3 fêmeas para cada macho para evitar brigas .Devemos alimenta-los com artemias vivas, ração em flocos e Spirulina ( ração a base de vegetais).. Os machos diferem das fêmeas pelas nadadeiras dorsais e ventrais que são pontiagudas. A foto acima é de um Tricogáster Léri Blue.
Reprodução
Bem para que possamos reproduzir o Tricogaster devemos isolar um casal em um aquário de reprodução (um aquário com equipamentos obrigatórios e bem plantado) e avaliar depois de um certo tempo se o casal está acasalando. Para que isso aconteça devemos deixa-lo sempre em condições apropriadas. A temperatura ideal para tentar se reproduzir o Tricogaster é de 28 graus, eles devem estar muito bem condicionados e adaptados para que o acasalamento ocorra.  Quando observarmos determinadas "brigas "entre o casal pode ser um alerta de um acasalamento que será descoberto dias depois quando o macho construir um ninho.
Assim como o Betta o macho vais construi-lo de maneira rápida , porem sempre com a ajuda do aquarista que deve providenciar plantas que possam ficar na superfície. Neste ponto não podemos deixar uma movimentação muito grande na superficie da água pois poderemos destruir o ninho que o Tricogaster usara para recolher a desova.  Se tudo der certo entre o casal a fêmea deve desovar de 2 a 3 dias depois, porem em plantas que devem ser inseridas anteriormente pelo aquarista .. Após a desova , como é de costume na maioria dos Anabantideos, o macho os recolherá para o ninho onde ficarão ate a eclosão. Os ovos já estarão fecundados. A eclosão ocorre após três dias e  a natação livre  depois de mais 3 dias. O aquarista deve alimenta-los com Nauplius de Artemias durante os primeiros 15 dias , após, com ração para filhotes.
 
 
Temperatura Reprodução Origem Ph Dh Iluminação Alimentação
246 a 29 G Ovipara Tailandia

Molinésias

A Poecilia Sphenops, peixe interessante , muito popular os especialistas dizem que não são realmente de água doce e sim salobra, quando li a respeito a anos atras me surpreendi, pois achava que realmente seriam de água doce, mas fazendo alguns testes observamos que as Molinésias  ficaram menos suscetíveis a doenças, mas não significa que não podem viver em água doce, porem observar as condições da água e temperatura. Seu comportamento é pacifico e muito fácil de ser reproduzido, as molinésias  gostam de se alimentar de algas e alimentos vegetais, mas aceitam rações de todos os tipos e principalmente  alimenta-los com rações a base de vegetais, pois necessitam para seu bem estar.  A espécie mais comum é a negra, encontrado facilmente em lojas do ramo. O aquário deve ser de no mínimo 50 litros para que vivam bem, pode ser criado em aquários comunitários. Quanto a sua reprodução é fácil, o macho procura a fêmea  a todo o momento, então deve-se adquirir 3 fêmeas para cada macho.  Após o acasalamento, a fêmea começara a ficar barriguda e após 40 dias no máximo ela "dará  a luz", de 50 a 80 filhotes que já estarão aptos a nadar e a se alimentar horas depois do parto da  fêmea. Devemos oferecer aos filhotes nauplius de artemias   que  podem  ser inseridos no aquário.    Os filhotes também se alimentam de rações   para alevinos. O aquário deve ser bem plantado  de forma   que os filhotes possam se refugiar e se esconder nos primeiros dias dos próprios pais, já que podem tentar atacar sua cria.   Na  terceira  a quarta  semana já  se pode distinguir  os machos das  fêmeas pela  coloração  em seu corpo  e cauda.
 
Temperatura Reprodução Origem Ph Dh Iluminação Alimentação
26 a 28 G Vivíparo  América do Sul

PEIXE ESPADA

Sua cauda longa e pontiaguda, sua coloração geralmente vermelha faz que este peixe seja muito conhecido. O Xiphophorus Helleri  tem sua coloração  verde pois ainda na fase selvagem. Peixe geralmente pacifico, mas dependendo do seu habitat  pode se tornar meio agressivo. O espada é suscetível a doenças de pele como o oodium e alguns parasitas sendo o mais comum o Ictio. Esse peixe pode viver com platys até o ponto de se acasalarem, e reproduzirem. Apesar de viver em temperaturas mais baixas(20 graus), NUNCA deve permanecer em temperaturas abaixo de 25 graus, pois pode ficar facilmente doente e se alimentar pouco. Sempre devemos usar uma regra básica; para cada macho três fêmeas, pois eles adoram correr atras delas para "Namorar" e acabam estressando-as. Sua alimentação não é muito exigente, podemos alimenta-lo com ração na fase adulta, mas sempre procure as melhores. Sendo um Poecilideo, sua reprodução é parecida com os Guppys e Molinésias, porem devemos separar  os pais assim que a fêmea der "a luz" pois certamente vão se alimentar dos filhotes. O Macho difere da fêmea pela sua cauda longa e pontiaguda.
 
Temperatura Reprodução Origem Ph Dh Iluminação Alimentação
22 a 27 G Viviparo America Central 7.0 8 Média 8 hs Dia Superficie-Centro

 

Guppy

Muito teríamos  para falar do Guppy (Poecilia reticulata) , as linhagens, campeonatos, grupos, etc... Porém faremos um pequeno comentário a respeito, pois deixaremos uma edição especial para ele,  e mesmo assim não conseguiríamos dizer tudo., teríamos que adquir um novo Site.  O Guppy é extremamente pacifico, são de nado lento, com corpo pequeno e uma cauda linda, muito encontrado na Bacia Amazônica, não muito exigente quanto a alimentação,   porém deve ser de boa qualidade.   Os Guppys  devem  ser criados sozinhos em aquários, não recomendado em aquários comunitários, essa é nossa opinião.    É um peixe muito vulnerável a  ser atacado  rotineiramente por outros peixes, mesmo  que pequenos  ou de menor porte,  pela lentidão de seus movimentos e da  cauda grande . A variação de temperatura não deve existir, portanto adquira termostatos de boa qualidade.  Sua reprodução é fácil, o macho procura a fêmea  a todo o momento, então deve-se adquirir 3 fêmeas para cada macho.  Após o acasalamento, a fêmea começara a ficar barriguda e após 40 dias no máximo ela "dará  a luz", de 50 a 80 filhotes que já estarão aptos a nadar e a se alimentar horas depois do parto da  fêmea. Devemos oferecer aos filhotes nauplius de artemias   que    podem  ser inseridos no aquário.     Os filhotes também se alimentam de rações     para alevinos. O aquário deve ser bem plantado   de   forma   que os filhotes possam se refugiar e se esconder nos primeiros dias dos próprios pais, já que podem tentar atacar sua cria. Na  terceira  a quarta  semana já  se pode distinguir  os machos das  fêmeas pela  coloração  em seu corpo  e cauda.
 
Temperatura Reprodução Origem Ph Dh Iluminação Alimentação
26 a 28 G Vivíparo  América do Sul 6.8 a 7.2 8 Média 10 hs Dia Superfície, Centro